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Legado da Adaga Negra

Leia tudo sobre o novo livro da nova saga da IAN: "Beijo de sangue"

The Fallen Angels

Conheça a série Anjos Caídos.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Sinopse The Thief

Olá pessoal!!!

Como estão?

Trago comigo a tradução da sinopse do livro The Thief (A Ladra) que saíra nos EUA a 10 de Abril deste ano. (P.S. - Antes que me perguntem... Cá em Portugal só deverá sair para meados de Janeiro do próximo ano e no Brasil se calhar saíra a meio deste, mas não tenho certezas...)

O original encontra-se neste link! caso queiram ver.

Mais uma vez deixo-vos a capa, antes de passar à tradução da sinopse. ;)




---V.P.---
Erguem-se novos inimigos e inflamam-se desejos no próximo emocionante livro da série de romance paranormal nr1 da lista de mais vendidos do New York Times, a Irmandade da Adaga Negra.

Sola Morte, antiga ladra e abridora de cofres, desistiu da sua antiga vida no lado mau da lei. Em fuga da família de um barão da droga, ela está a passar despercebida, longe de Caldwell, mantendo livre de sarilhos e a sua avó a salvo. O seu coração, contudo, está lá no norte, com o único homem que alguma vez conseguiu passar pelas suas defesas: Assail, filho de Assail, que nunca pensou em apaixonar-se… e certamente não com uma mulher humana. Mas eles não têm futuro, e não apenas porque ela não sabe que ele é um vampiro, mas porque ele não vai parar de traficar armas à Irmandade da Adaga Negra. O Destino, contudo, tem outros planos para eles. Quando Assail cai num coma e se mantem à beira da morte, os seus primos procuram a Sola e imploram-lhe que ela lhe dê uma razão para viver. A última coisa que ela quer é voltar ao passado, mas como poderá ela deixá-lo morrer?
À medida que um novo e letal inimigo dos vampiros se mostra, a Irmandade precisa de Assail de volta e em forma, e a Sola encontram-se numa situação em que ela não só é um alvo, mas uma força demasiado importante numa guerra que ela não compreende. E quando a verdade do Assail vem à tona, irá ela fugir do horror… ou seguirá o seu coração para os braços do macho que a ama mais que a própria vida?

---

E então que acharam? Eu estou mortinha para ler!!!

Eu agora tenho que ir, mas digam o que acham aqui ou no face!

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Beijo de Sangue - Gostinho #1

É certo e sabido que não iremos ter cá o Legado, contudo, e porque somos um pouco sádicas [na minha humilde opinião, são influências de Vishous... só naquela], teremos pequenas traduções gentilmente cedidas pela nossa estimada Nightshade. Porém não se iludam, não será todo o livro, nada disso! Será um capitulo ou outro, nada seguido e basicamente irá manter-se no formato do IMMORTAL.
Não teremos dias para os "gostinhos" e devido a vida movimentada na Nightshade, pode até acontecer publicar-se este capítulo=gostinho e mais nenhum.

Digo e repito! NÃO será uma tradução completa do livro, mas sim capítulos que mais chamaram a atenção da nossa colega. 

Vamos lá, esperemos que gostem.



Legado da Adaga Negra

Beijo de Sangue

Capítulo 1

Casa de Audiências do Rei, Caldwell, Nova Iorque

Algumas graduações aconteciam em privado.
Alguns desses marcos importantes da próxima fase da vida não tinham nem chapéus, nem capas académicas, não tinham uma orquestra a tocar com pompa e circunstância. Não havia palco para atravessar ou diploma para pendurar na parede. Não havia testemunhas.
Algumas graduações eram marcadas pela simplicidade do quotidiano, o «nada de especial», como uma pessoa a carregar no pequeno botão azul do canto inferior direito de um ecrã de computador da Dell. Uma acção mundana feita muitas vezes numa semana, num mês, num ano, mas que, numa instância em particular, uma grande divisão entre o antes e o depois de uma ocorrência.
Enquanto Paradise, filha de sangue de Abalone, Primeiro Conselheiro de Wrath, filho de Wrath, pai de Wrath, Rei de todos os vampiros, se recostava na sua cadeira de escritório, ela olhava para o ecrã, agora negro, que estava à sua frente. Incrível. A noite porque tanto esperou estava quase aí.
Na maioria das últimas oito semanas, o tempo havia passado devagar, mas nestas últimas duas noites, as coisas tinham sido mudadas e viradas para modo de catapulta. De repente, depois de ter sofrido sete mil horas à espera que a lua subisse, ela sentia-se como se quisesse que as coisas abrandassem novamente.
O primeiro emprego dela era agora coisa do passado.
Olhando através da secretária, ela muda de sítio o telefone da secretária um centímetro… depois, coloca-o novamente aonde tinha estado. Ela endireita a libelinha de vitral do candeeiro Tiffany. Confere se as canetas azuis estão num compartimento e as vermelhas no outro. Passa a sua palma pelo mata-borrão livre de pó e o topo do monitor.
A sala de espera estava vazia, as cadeiras de seda desocupadas, as revistas colocadas em ordem nos lados das mesas, as bebidas servidas pelos doggen para aqueles que haviam aparecido todas limpas.
O último civil tinha saído cerca de trinta minutos atrás. O amanhecer chegaria dentro de duas horas. No fim de tudo, era um final normal de uma noite de trabalho árduo, tempo de ela e o pai voltarem para casa para desfrutarem de uma refeição cheia de conversa e planos e respeito mútuo.
Paradise inclinou-se para a frente e olhou em volta das arcadas da sala de espera. As portas duplas, onde dantes davam entrada ao que tinha sido a sala de jantar da mansão, estavam fechadas.
Sim, apenas uma noite normal, excepto pela não-normal reunião que ali estava a acontecer: Logo após a saída do último civil, o seu pai havia sido chamado para o gabinete de audiências e aquelas portas haviam sido fechadas.
Ele encontrava-se ali com o Rei, e dois membros da Irmandade da Adaga Negra.
- Não faças isso comigo - disse ela. - Não me tires isto de mim.
Paradise levantou-se e andou em redor, reendireitando as revistas, recompondo as almofadas, parando em frente duma pintura a óleo de um rei Francês.
Regressando às arcadas, ela olha para os painéis fechados da sala de jantar e ouve o bater do seu coração.
Levantando as mãos, ela apalpa os calos das suas palmas. Eles não surgiram do trabalho que fez para o seu pai e a Irmandade nos últimos dois meses, a organizar horários e a identificar potenciais problemas, resoluções e seguimentos dos casos. Não, pela primeira vez na sua vida, ela tem frequentado um ginásio. A levantar pesos. A correr nas passadeiras rolantes. Flexões, abdominais, elevações, máquina de remo.
Até à data, ela nem sabia que existiam máquinas de remo ou o que eram.
E era tudo para a preparação de amanhã à noite.
Assumindo que aquele grupo de machos na sala de audiências do Rei não lhe iam negar isso.
Amanhã, à meia-noite, ela é suposto juntar-se a machos e fêmeas, que só a Virgem Escrivã sabia quantos, num local secreto, onde ela ia tentar entrar para o programa de treino de soldados da Irmandade da Adaga Negra.
Era um bom plano, algo que ela tinha decidido seguir, uma oportunidade de ser independente e dar cabo de alguém e provar a si própria que era mais do que versão de luxo. O problema? Filhas de sangue da glymera, e ainda por cima de uma das famílias fundadoras, não treinavam para se tornarem soldados. Elas não manuseavam armas ou facas. Elas não aprendiam a lutar ou a defenderem-se. Elas nem sequer sabiam o que era um minguante.
Elas nem sequer interagiam com soldados.
Filhas como ela aprendiam a arte de bordar, música clássica e canto, boas maneiras, e a comandar mansões cheias de doggen. Esperava-se que soubessem o complicado calendário social de ciclos festivos, que se actualizassem com os complicados requerimentos do guarda-roupa, e saberem a diferença entre Van Cleef & Arpels, Boucheron e Cartier. Elas eram acolhidas, protegidas e cuidadas como jóias.
A única coisa perigosa que eram autorizadas a fazer? Acasalar. Com um hellren escolhido pela sua família para assegurar a santidade das linhagens de sangue.
Era um milagre o pai dela estar a deixá-la fazer isto.
Ele, certamente, não tinha concordado quando lhe havia mostrado pela primeira vez a inscrição, mas depois, ele havia mudado de opinião e tinha-a deixado inscrever-se no programa: Os ataques de há dois anos atrás, quando tantos vampiros haviam sido mortos pela Sociedade dos Minguantes, a provarem o quão perigoso Caldwell, Nova Iorque podia ser. E ela havia lhe dito que não queria sair e lutar na guerra. Só desejava saber como se defender.
No momento em que tinha exposto os termos da segurança dela? Foi quando o seu pai havia mudado de opinião.
A verdade verdadeira era que ela só queria algo que fosse dela. Uma identidade que viesse de outro lado para além do que o seu lugar de nascimento impunha.
Mais, Peyton tinha-lhe dito que não o podia fazer.
Porque ela era uma fêmea.
Merda para isso.
Paradise olhou novamente para aquelas portas fechadas.
- Vá lá…
Andando às voltas, ela acabou por sair da sala, não queria ficar muito perto de onde os machos se reuniam, como se isso fosse azarar as coisas.
Deus, o que é que falavam tanto ali?
Normalmente, o Rei saía logo após a última audiência da noite. Se ele ou a Irmandade tinham algum assunto privado ou o que fosse sobre a guerra, tudo isso era discutido na residência da Primeira Família, um local tão secreto que nem ela, nem o pai haviam sido ainda convidados a comparecer.
Então, sim, o que fosse tinha que ser sobre ela.
Regressando à área de espera, ela foi até à secretária e contou as horas em que se tinha sentado ali. Ela só tinha trabalhado ali durante dois meses, e até gostou do trabalho, até aquele momento. Na sua ausência, assumindo que ela ficaria no programa de treino da Irmandade da Adaga Negra, uma prima dela haveria de a substituir, e ela havia passado as últimas sete noites a mostrar à rapariga os procedimentos e afazeres que Paradise havia feito, fazendo com que a transição corresse de forma suave.
Sentando-se na cadeira, ela abre a gaveta do meio e tira a inscrição dela, como se isso pudesse, de alguma maneira, assegurar de que tudo ainda ia acontecer.
À medida que segurava no papel nas mãos, ela perguntou-se quem mais iria estar na orientação de amanhã… e pensou no macho que havia aparecido na casa de audiências, à procura de uma versão imprimida da inscrição.
Alto, ombros largos, voz profunda. A usar um boné de basebol dos Syracuse, e calças de ganga tão gastas que tinham de ser de trabalho.
A comunidade de vampiros era pequena, e ela nunca o tinha visto antes, mas talvez ele fosse só um civil? Essa era outra mudança no programa de treino. Até à data, só machos da aristocracia é que eram convidados a trabalhar com a Irmandade.
Ele havia-lhe dado o seu nome, mas recusou-se a cumprimentá-la com a mão.
Craeg. Era tudo o que ela sabia.
No entanto, ele não tinha sido mal-educado. De facto, ele tinha-a apoiado com a inscrição dela.
Ele também tinha sido… cativante duma maneira que a tinha chocado, de tal forma que ela esperou semanas que ele regressasse com a inscrição. Não o fez. Talvez ele tivesse feito um scanner e enviado a coisa dessa forma.
Ou talvez, ele tinha decidido não atender ao programa.
Parecia loucura ficar desapontada por não o ter visto de novo.
Com o telemóvel dela a tocar, ela assusta-se e vai até ao objecto. Peyton. Novamente.
Ela iria vê-lo na orientação de amanhã à noite, e seria breve o suficiente. Depois da discussão que tiveram por ela se juntar ao programa, ela teve que se afastar daquela amizade.
Por outro lado, e se a Irmandade estaria a frustrar as intenções dela com o pai? Aquela indignação justa que sentiu pelo tipo ia ser um ponto desnecessário. Mas, vá lá, fêmeas podiam inscrever-se.
O problema era que ela não era uma fêmea «normal».
Pelo amor de Deus, ela não sabia o que ia fazer se o pai dela recuasse na decisão. No entanto, seguramente, a Irmandade não iria esperar até ao último momento para lhe negar um lugar.
Certo?
***
No outro lado da cidade, a shellan acasalada com o Irmão da Adaga Negra Dhestroyer, Butch O’Neal, recostou-se na sua cadeira de escritório no Sítio Seguro. Com a coisa a ranger, ela tamborila com a sua caneta Bic na anotação no calendário da Empresa OfficeMax e muda o auscultador do seu telefone para a outra orelha.
Cortando com a conversação, ela diz:
- Bem, certamente que aprecio o convite, mas eu não posso…
A fêmea no outro lado da linha não deixou escapar nada. Ela só se limitava a falar, a sua entoação aristocrática a absorver toda a rede telefónica - até que era de perguntar como é que o código postal da zona não sofria um esgotamento eléctrico.
- … e pode perceber como necessitamos da sua ajuda. Este é o primeiro festival de Baile do Décimo Segundo Mês que foi organizado desde os ataques. Como shellan de um Irmão, e membro de uma Família Fundadora, seria perfeita para presidir este evento…
Dando oportunidade para outro não, Marissa interrompe:
- Não sei se tem noção, mas eu trabalho a tempo inteiro como directora do Sítio Seguro e…
- … e o seu irmão disse que seria uma boa escolha.
Marissa ficou em silêncio.
O seu primeiro pensamento foi que era muito improvável que Havers, o médico da raça e o seu muito, muito, muito distanciado familiar próximo, a tivesse recomendado para qualquer coisa a não ser uma morte prematura. O segundo pensamento foi mais na linha de calcular… quanto tempo passou desde que tinha falado com ele. Dois anos? Três? Desde que ele a tinha expulso de casa deles, cinco minutos antes da alvorada, quando descobriu que ela estava interessada num mero humano.
Que afinal, revelou-se ser primo de Wrath e o recipiente para a lenda do Dhestroyer.
Como gostas de mim agora?, ouviu-se perguntar na sua cabeça.
- Portanto, tem que presidir o evento. - Concluiu a fêmea. Como se tivesse terminado o assunto.
- Vai ter que me perdoar. - Marissa pigarreou. - Mas o meu irmão não está numa posição em que possa proferir o meu nome para o que quer que seja, visto que não nos falamos há já algum tempo.
Quando mais nada a não ser um silêncio carregado surgiu na ligação, ela decidiu que devia ter revelado a roupa suja da sua família uns dez minutos antes: Membros da glymera deviam obedecer a certos códigos rigorosos de conduta - e expor uma rixa colossal na sua linhagem de sangue, apesar de ser bem conhecida, simplesmente era uma coisa que não se fazia.
É bem mais apropriado que outros sussurrem sobre o assunto por detrás das costas.
Infelizmente, a fêmea recuperou e mudou de táctica:
- É de importância vital, a qualquer custo, que todos os membros da nossa classe resumem os festivais…
Uma batida na porta do seu escritório levou os olhos de Marissa a olharem em redor.
- Sim?
Através do telefone, a fêmea disse:
- Maravilhoso! Poderá vir até a minha casa…
- Não, não. Alguém precisa de mim. - Marissa falou alto. - Entre.
No momento em que viu a expressão no rosto de Mary, ela praguejou. As notícias não eram boas. A shellan de Rhage era uma profissional consumada, para ela estar naquele estado? Era um problema sério.
Era aquilo sangue na camisa dela?
Marissa baixou de tom e cortou a cordialidade.
- A minha resposta é não. O meu trabalho requer todo o meu tempo. Além disso, se é assim tão apaixonada, você deveria de ficar com a tarefa. Adeus.
Atirando com o auscultador no descanso do telefone, ela levanta-se:
- O que é que se passa?
- Temos uma recém-chegada que precisa de cuidados imediatos. Não consigo entrar em contacto com a Dra. Jane ou Ehlena. Não sei o que fazer.
Marissa correu à volta da secretária.
- Onde está ela?
- Lá em baixo.
O par desceu o lanço de escadas a correr com Marissa a liderar.
- Como é que ela veio até nós.
- Não sei. Uma das câmaras de segurança apanhou-a na relva a rastejar.
- O quê?
- O meu telemóvel tocou com um alerta, e eu fui até lá com Rhym. Carregámo-la até ao vestíbulo.
Contornando o canto inferior, Marissa derrapou num dos tapetes de pêlo alto…
E parou por completo.
Quando viu as condições da fêmea que estava no sofá, ela coloca uma mão sobre a boca.
- Oh, meu querido Deus… - Ela suspirou.
Sangue. Havia sangue por todo o lado, no chão a pingar, a encharcar as toalhas brancas que pressionavam contra as feridas, a fazer poça debaixo de um dos pés da fêmea na carpete.
A rapariga foi agredida de tal forma que não havia como identificá-la, as suas feições tão inchadas, que se não tivesse cabelo comprido e uma camisa rasgada, nem se seria capaz de saber de que género era. Um braço estava, claramente deslocado, o membro pendurado de forma errada a partir do ombro… e só tinha um sapato de salto alto no pé esquerdo, as suas meias rasgadas.
A sua respiração era má, muito má. Nada a não ser um chocalho no seu peito, como se tivesse a afogar-se no seu próprio sangue.
Rhym, a supervisora, olhou através do sítio onde estava acocorada no sofá. Através das lágrimas nos seus olhos, ela suspirou:
- Não acho que ela vá viver. Como pode viver…?
Marissa teve que se recompor. Era a única opção.
- A Dra. Jane e Ehlena, estão ambas indisponíveis? - Disse ela com uma voz embargada.
- Tentei a mansão - replicou Mary. - A clínica. Os telemóveis. Duas vezes em todos os sítios.
Por um segundo, Marissa ficou aterrorizada sobre o que é que isso significaria para a sua própria vida. Estariam os Irmãos em sarilhos médicos? Estaria Butch okay?
Isso durou apenas um momento.
- Dá-me o teu telemóvel e leva os residentes para o anexo Wellsie. Quero todos lá para o caso de ter de chamar um macho.
Mary atirou-lhe o telemóvel e assentiu.
- Deixa isso comigo.
O Sítio Seguro era mesmo isto - um sítio seguro para fêmeas vítimas de violência doméstica, que vêm à procura de abrigo e reabilitação com as suas crias. E depois de Marissa passar séculos incontáveis e inúteis com a glymera, a não ser nada do que a prometida não reclamada do Rei, ela havia descoberto a sua vocação aqui, no serviço daqueles que foram abusados verbal e fisicamente, e no pior dos casos, tratados de forma horrível.
Machos não estavam permitidos de lá entrarem.
Mas para salvar a vida desta fêmea, ela iria quebrar essa regra.
Atende o teu telemóvel, Manny, pensou ela quando o primeiro toque soou. Atende o maldito do teu telemóvel…

Esperamos que tenham gostado!

*Nasan

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Legado NÃO será editado

Saudações Amantes da Irmandade,














Já era para ter partilhado convosco esta informação, contudo ainda aguardei mais alguns dias, após ter respondido, a pensar...é piada e tal... Mas não.
Está mais que confirmado de que NÃO SERÁ editado cá o Legado.
Resta-me então pedir para que partilhem, divulguem a informação, pois não irei responder novamente a qualquer questão sobre este assunto....
Digo e repito, segundo o email que recebi da LEYA, eles NÃO VÃO AVANÇAR COM O LEGADO.


*Nasan

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Novidades! Novo livro e evento do The Thief!

Olá pessoal!!!

Como estão todos?

Ontem deparei-me com uma novidade da qual eu não estava à espera... Pois é, pessoal, a Ward vai publicar uma novela relacionada com a saga da Irmandade da Adaga Negra, em e-book, dia 13 de Março deste ano!

Sim! Vamos ter mais um livro com o qual não contávamos, e que, provavelmente, não vai ser traduzido por cá... T.T

Mas vamos ao que querem saber sobre o livro, certo?

Esta é a capa:


Até que é engraçada, mas de momento não nos diz nada... É uma história paralela como a História do Filho que saiu há uns anos atrás e que provavelmente muita gente já não se lembra... (está algures aqui no blog, é só procurar na pesquisa ;) )

E aqui está o que disseram sobre a história no post do face.

---V.P.---


Numa novela exclusive em e-book que se desenvolve no mundo da Irmandade da Adaga Negra, a autora nr 1 dos bestsellings do New York Times J.R.Ward conta a história de um casal fogoso… condenado por uma paixão inegável.

Contem uma preview especial do novo livro da Irmandade da Adaga Negra, The Thief (A Ladra)!



O último sítio em que Ivie esperava ser abordada por um macho devastadoramente belo era num bar de cigarros fumarento e abarrotado que era raramente frequentado por vampiros… contudo cá está ele. Silas é namorisqueiro, galante e, acima de tudo, misterioso. Ivie é tudo menos isso. Uma enfermeira na clínica do curandeiro e a filha de um motoqueiro, Ivie está acostumada a falar o que pensa. E ela fá-lo. Como os aristocratas raramente escolhem fêmeas da classe dela, Ivie pede a Silas que tipo de jogo pensa ele que está a fazer.



Apesar do seu exterior defensivo, Ivie rende-se ao feroz desejo que ela sente por Silas. E ainda assim, mesmo quando o namoro deles está a começar a aquecer, ele revela este que não pode durar, uma vez que ele terá que voltar ao País Antigo. O laço entre eles apenas aumenta enquanto eles aproveitam o máximo do tempo que têm juntos. Mas quando ela descobre a verdade, Ivie terá que encontrar uma salvação… antes que tudo esteja perdido…

---V.O.---


In an exclusive ebook novella set in the world of the Black Dagger Brotherhood, #1 New York Times bestselling author J. R. Ward tells the story of a fiery couple... doomed by an undeniable passion.

Features a special preview of J.R. Ward’s upcoming Black Dagger Brotherhood novel, The Thief!



The last place Ivie expects to be approached by a devastatingly handsome male is in a crowded, smoky cigar bar rarely frequented by vampires—yet here he stands. Silas is flirtatious, gallant, and, above all, mysterious. Ivie is anything but. A nurse at the healer’s clinic and the daughter of a biker, Ivie is accustomed to speaking her mind. So she does. Since aristocrats rarely pick up females of her class, Ivie asks Silas just what kind of game he thinks he’s playing.

Despite her guarded exterior, Ivie surrenders to the fierce desire she feels for Silas. And yet, just as their courtship is heating up, he reveals that it cannot last, for he is bound to return to the Old Country. Their bond only deepens as they make the most of their precious time together. But when she learns the truth, Ivie must find a saving grace—before all is lost. . . .

---


Agora vou-vos contar uma coisa.... A maneira como descobri sobre este livro foi a seguinte:

Chego eu a casa depois de uma aula de karaté, e ligo a net no telemóvel para receber uma mensagem pelo instagram (coisa que não acontece muito) lá uma amiga minha partilha a publicação sobre o livro e pergunta-me quem é o Silas, porque o nome lhe era familiar. (O motivo disto é que eu costumava me lembrar dos pormenores quase todos da saga, mas com o que aconteceu no último ano é acho que esqueci quase tudo T.T) Depois de muito pensar, e um bocado de pesquisa da parte dela, deparamos-nos com o nome no livro do John, quando, no início do livro, falam do desaparecimento da Autumn da casa da família dela... O Silas está lá presente e leva o Torhment até o local onde a atual parceira dele se encontrava antes de ser levada pelo sympath. Assim sendo, o "rapaz" deverá ser parente da Autumn, não sei se irmão ou primo, mas talvez se vá descobrir no livro (ou talvez não, talvez alguém pergunte à Ward no evento que vai haver depois da saída do livro The Thief (A Ladra).

E por falar nisso... Ele já está marcado!!! E os bilhetes vão estar à venda a partir de dia 26 de Janeiro (sexta feira)!

O evento vai ser dia 15 de Abril em Cincinnati, Ohio (domingo) e os bilhetes vão estar à venda online a partir de sexta e o preço de 30$ inclui uma cópia assinada do livro, um lugar sentado para a sessão de perguntas e respostas, uma cockieda IAN, um poster do livro, e uma entrada para um sorteio.

Eu gostava de ir... mas infelizmente é um bocado fora de mão... :P

Bem, por agora é tudo... espero ter podido trazer boas notícias...

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sunshine ;)



terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Blood Fury (Fúria de Sangue) - 3º livro do Legado

Olá pessoal!

Desculpem o desaparecimento, mas tenho andado fora dos pc's até recentemente (e sem cabeça para muita coisa, mas hoje é mesmo preciso).

Hoje é o dia em que o terceiro livro do Legado da Adaga Negra sai em inglês e já está disponível no Book Depository e na Amazon. (Mas só em inglês)

Capa USA
Blood Fury by J.R. Ward // VBC

Capa UK
Blood Fury

Agora querem saber mais sobre o livro, certo?

Ora cá está: O livro chama-se Blood Fury (Fúria de Sangue) e tem como sinopse o seguinte:

"Um vampiro aristocrata, Peyton está bem ciente do seu dever para com a sua linhagem: acasalar com uma fêmea da sua classe e dar continuidade às tradições da sua família. E ele pensava que tinha encontrado o partido perfeito... até ela se ter apaixonado por outro. Contudo, quando quando uma decisão impulsiva numa batalha com os inimigos coloca em risco a vida de outro recruta, Peyton tem que enfrentar a ideia de que o seu futuro, e o seu coração, na realidade pertencem a outra.

Novo, como uma fêmea no programa de treino da Irmandade da Adaga Negra, sente como se tivesse que provar o seu valor a toda a gente... e não tem qualquer interesse em distrair-se por se apaixonar. Mas quando Peyton prova ser muito mais que um engatatão rico, ela é obrigada a confrontar a tragédia que destroçou a sua alma e a fechou para o amor.

Enquanto os dois lutam com passado da Novo e o presente do Peyton, outro casal devem lidar com a conexão sem paralelos... e potencialmente escandalosa. Saxton, que teve o seu coração partido, descobre nele próprio uma firme atração por Ruhn, um novo membro da família. Mas será que o outro macho irá explorar a conexão? Ou irá ele fechar a sua mente e o seu coração àquilo que poderá ser amor verdadeiro... e costar tudo a Saxton?"

E então? Que acharam do que poderá ser o livro? Alguém interessada em ler? Eu estou, tenho é que só abrir os cordões à bolsa para o mandar vir, pena ser complicado arranjar a capa dos USA, ainda só consegui para o primeiro livro :´( (e fui ver e tão cedo não consigo o livro, porque eu compro-o pelo Book Depository e agora não está disponível!!! :T.T)

Bem pessoal, por agora é tudo, espero que tenham tido umas boas entradas e que este ano vos corra às mil maravilhas!

O original está neste link, se alguém quiser consultar: http://www.jrward.com/books/blood-fury/

Até à próxima publicação,
Sunshine ;)

A Escolhida de J.R.Ward 23 de Janeiro

NOVIDADE




 Finalmente ele vem ai! 
Anota já na tua agenda, 23 de Janeiro!


Um amor escaldante, mas proibido, ameaça dividir a Irmandade da Adaga Negra nesta mais recente história da famosa série de J. R. Ward.

 
Xcor, líder do Bando de Bastardos, condenado por traição contra o Rei Cego, arrisca-se a enfrentar um interrogatório brutal e uma morte angustiante às mãos da Irmandade da Adaga Negra. Mas depois de uma vida marcada pela crueldade e pelos atos maléficos, ele aceita o destino que o mister de guerreiro lhe trouxe.

Lamenta apenas a perda da fêmea sagrada que nunca foi sua: a Escolhida Layla. Só Layla está na posse da verdade que poderá salvar a vida de Xcor. Mas a revelação do sacrifício e da ascendência oculta do macho irá expô-los a ambos e destruir tudo o que Layla mais estima – incluindo o papel de mãe dos seus gémeos adorados. Dividida entre o amor e a lealdade, ela terá de ganhar coragem para enfrentar a única família que tem para defender o único homem que alguma vez amará. Todavia, mesmo que Xcor consiga o perdão, ele e Layla terão de enfrentar um desafio ainda maior: ultrapassar o fosso que separa os seus mundos, sem com isso abrir caminho para um futuro com ainda mais guerra, sofrimento e morte. A par do regresso a Caldwell de um antigo inimigo e da revelação da identidade de uma nova deidade, nada é seguro ou garantido no mundo da Irmandade da Adaga Negra, nem sequer o verdadeiro amor... ou os destinos que pareciam há muito decididos.


Agora é morrer lentamente até dia 23, a ânsia de que este dia chegue...e parece estar a anos luz..... 

beijokas

*Nasan 

domingo, 24 de setembro de 2017

A Ladra - 16º livro

Olá pessoal!!!!

Desculpem o atraso, mas tenho andado fora do pc e sem cabeça para traduções... O trabalho dá cabe de mim... :(

Há uns tempos atrás prometi-vos a capa e o resumo do livro The Thief (A Ladra) e aqui está ele, juntamente com a partilha que fiz há um tempo atrás.

Espero que gostem. :)



Aqui está a Sinopse (retirada do Goodreads):

A Ladra (16º Livro da Irmandade da Adaga Negra - Publicação prevista para 3 de Abril de 2018)

Novos inimigos erguem-se das sombras na próxima novela da série de romance paranormal da lista de bestsellers do New York Times, Irmandade da Adaga Negra.


Tendo aliado-se ao Bando de Bastardos, a Irmandade está empenhada mais que nunca em erradicar a Sociedade dos Minguantes. Na recuperação da batalha mais recente contra os últimos Minguantes, a Irmandade apercebesse que a luta contra os seus inimigos está longe de acabar. O Throe, o antigo segundo no comando do Xcor, está a usar um livro antigo para convocar um novo exercito concebido por uma força mais perigosa e malévola que o Omega. E agora os Irmãos da Irmandade da Adaga Negra serão testados tanto em casa como no campo de batalha.


A Capa:


 Versão Original:

The Thief (Black Dagger Brotherhood #16)


New enemies rise from the shadows in the next novel of the New York Times bestselling paranormal romance series the Black Dagger Brotherhood.

Having allied themselves with the Band of Bastards, the Brotherhood is committed now more than ever to eradicating the Lessening Society. Recovering from their most recent battle against the last of the lessers, the Brotherhood comes to realize that the fight against their enemies is far from over. Throe, Xcor’s former second in command, is using an ancient tome to summon a new army engineered by a force more dangerous and evil than the Omega. And now the brothers of the Black Dagger Brotherhood will be tested both at home and on the battlefield.


Agora o apanhado mais importante do post que partilhei convosco no outro dia (a parte da entrevista):


- Pode dar aos leitores um gosto pequenino do que vão ter n'A Ladra?
O Assail e a Sola vão abalar o vosso mundo! OMG, o drama e a intriga... e o ummmmmm... pois, vocês sabem do que eu estou a falar.

- O que te faz voltar à Irmandade da Adaga Negra, para além dos leitores exigirem mais?
As histórias ainda não terminaram na minha cabeça! E elas têm que sair ou as coisas ficam entupidas por lá. Os Finais Felizes para mim são uma realidade, o que significa que eles estão sempre em evolução. Por isso para além de haver novas pessoas na IAN, as histórias dos já acasalados está sempre em fluxo. Muitos leitores são tal e qual como eu, só querem saber o que acontece depois.

- Uma questão que já deve ter ouvido um milhão de vezes mas os leitores ainda querem saber: o que inspirou a saga da IAN?
O Wrath e os Irmãos  apenas apareceram na minha cabeça. Não foi uma questão de querer escrever sobre eles (apesar de estar empolgada por o fazer!) era mais como se eles não me deixassem em paz até eu passar a história para uma folha.

- E, finalmente, eu perguntei a alguns leitores o que é que eles estão mortinhos por te perguntar pessoalmente e aqui estão as duas (três, na realidade) das questões mais feitas: 

Há mais algum plano para a nossa amada saga dos Anjos Caídos?

 Vamos ver o Eddie e o Adrian em pouco, pouco tempo...  Eu prometo!


Quando é que vai ser contada a história do Lassiter, e o Muhrder vai aparecer em algum dos próximos livros?

Ambas as respostas são sim absolutos (bem, a primeira é um "continua a ler", suponho eu!)

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E pronto! Por hoje é tudo...

A versão original da entrevista está em: https://www.popsugar.com/love/Thief-JR-Ward-Cover-Reveal-43987528

Mais uma vez peço desculpa pela demora e espero que isto aguçe um bocado a vossa curiosidade.

Fiquem bem e até à próxima publicação,
Sushine ;)